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segunda-feira, 18 de novembro de 2013

SÃO PAULO - Devemos ter em mente que as Redes Sociais são compostas por pessoas e/ou organizações e sempre existiram. As ferramentas de Redes Sociais (Orkut, Facebook, Twitter, Delicious, Wiki e etc.) chegaram para facilitar as conexões e as interações entre as pessoas, sendo uma de suas características a interatividade.
Dessa forma, a aproximação com o cidadão se faz muito mais eficientemente e os problemas e sugestões chegam diretamente aos ouvidos do Executivo. Existe um enorme potencial de ganhos para todos os envolvidos que realmente queiram monitorar as mudanças que estas ferramentas possibilitam com a aproximação e integração entre o Governo e os munícipes: para o cidadão que tem sua solicitação atendida e é ouvido e para o Governo que sabe onde deverá melhorar o seu serviço.

O uso dessas Ferramentas é bem recente e começa agora a ser levado a sério, principalmente após o sucesso do Caso Obama. Até então era considerada coisa de quem não tinha o que fazer ou simples brincadeira, porém se as redes sociais ajudaram as empresas a crescerem cerca de 18% em suas vendas, estar presente nas redes sociais não é diferencial e sim uma obrigação.
Para bem participar das Redes Sociais é necessário uma mudança de paradigmas como a horizontalização nos processos e hierarquias ou a descentralização da gestão e disseminação de conhecimento entre os órgãos bem como entre os cidadãos. O potencial de ganhos que pode ser gerado pelo governo realmente comprometido em realizar mudanças é enorme e poderá implementar iniciativas inovadoras em suas organizações.
Um exemplo que poderia ser utilizado pela administração, na área de segurança pública é o projeto Wikicrimes permite a qualquer internauta marcar em um mapa virtual o local onde foi vítima de um crime.
(Regina Fazioli, especialista em Gerência de Sistemas e Serviços de Informação e Mestre em Tecnologia, Gestão e Desenvolvimento da Formação Tecnológica (2010). É coordenadora da Biblioteca Virtual do Governo do Estado de São Paulo)
twitter

A importância das redes sociais na administração

Mais Adm.  |  Às  segunda-feira, novembro 18, 2013

SÃO PAULO - Devemos ter em mente que as Redes Sociais são compostas por pessoas e/ou organizações e sempre existiram. As ferramentas de Redes Sociais (Orkut, Facebook, Twitter, Delicious, Wiki e etc.) chegaram para facilitar as conexões e as interações entre as pessoas, sendo uma de suas características a interatividade.
Dessa forma, a aproximação com o cidadão se faz muito mais eficientemente e os problemas e sugestões chegam diretamente aos ouvidos do Executivo. Existe um enorme potencial de ganhos para todos os envolvidos que realmente queiram monitorar as mudanças que estas ferramentas possibilitam com a aproximação e integração entre o Governo e os munícipes: para o cidadão que tem sua solicitação atendida e é ouvido e para o Governo que sabe onde deverá melhorar o seu serviço.

O uso dessas Ferramentas é bem recente e começa agora a ser levado a sério, principalmente após o sucesso do Caso Obama. Até então era considerada coisa de quem não tinha o que fazer ou simples brincadeira, porém se as redes sociais ajudaram as empresas a crescerem cerca de 18% em suas vendas, estar presente nas redes sociais não é diferencial e sim uma obrigação.
Para bem participar das Redes Sociais é necessário uma mudança de paradigmas como a horizontalização nos processos e hierarquias ou a descentralização da gestão e disseminação de conhecimento entre os órgãos bem como entre os cidadãos. O potencial de ganhos que pode ser gerado pelo governo realmente comprometido em realizar mudanças é enorme e poderá implementar iniciativas inovadoras em suas organizações.
Um exemplo que poderia ser utilizado pela administração, na área de segurança pública é o projeto Wikicrimes permite a qualquer internauta marcar em um mapa virtual o local onde foi vítima de um crime.
(Regina Fazioli, especialista em Gerência de Sistemas e Serviços de Informação e Mestre em Tecnologia, Gestão e Desenvolvimento da Formação Tecnológica (2010). É coordenadora da Biblioteca Virtual do Governo do Estado de São Paulo)

sexta-feira, 11 de outubro de 2013




Ao longo da história, a Administração se desenvolveu com uma lentidão impressionante. Somente a partir do século XX é que se apresentou um desenvolvimento de notável pujança e inovação.

Num tempo muito remoto, já era possível perceber noções administrativas nas construções das pirâmides do Egito e da muralha da China (pela complexidade e grandeza desses empreendimentos), nos papiros egípcios e nas parábolas de Confúcio (os quais sugeriam práticas de administração pública) etc.

A filosofia, também, teve grande influência na Administração. Sócrates (com seus questionamentos), Platão (com o livro "A República"), Aristóteles (com o livro "Política") já pensavam em formas de organização social e política em anos antes de Cristo. Descartes, com seus métodos filosóficos, influenciou a teoria administrativa do século XVII até o final da Era Industrial.

Nessa evolução histórica, duas instituições se destacaram: a Igreja Católica Romana e as Organizações Militares. A primeira era exemplo de organização formal eficiente, e a segunda de hierarquia de poder rígida. Noções que ainda influenciam as organizações modernas.

A Revolução Industrial foi um acontecimento que modificou profundamente o ambiente organizacional. Esse processo iniciou-se com a invenção da máquina a vapor, por James Watt, em 1776, o que possibilitou maior capacidade de comunicação e transporte. A partir daqui, a ciência trouxe grandes inovações, as quais trouxeram mudanças cada vez mais rápidas e consequente necessidade de maior adaptação.

Outro acontecimento foi a aceitação das teorias dos economistas liberais. Estes pregaram a livre concorrência e não intervenção do estado, o que impulsionou os investimentos em produção, para estar à frente dos concorrentes.

Importantes publicações marcaram o período, como "A Riqueza das Nações", de Adam Smith, o qual reforçou a importância do planejamento e da organização e "O Capital", de Karl Marx, o qual incentivou a pressão do proletariado, que levou as empresas a buscarem maior racionalização do trabalho.

Até o final do século XIX os negócios eram familiares, a partir daí, os "criadores de impérios" passaram a comprar concorrentes e fornecedores para garantir seus interesses. Assim, as empresas tornaram-se muito grandes para serem administradas por familiares, e foi surgindo à necessidade de gerentes profissionais para organizar a magnitude de recursos que elas conseguiram acumular.

Todos esses fatores completaram as condições propícias para a busca de bases científicas, melhoria da prática empresarial e surgimento das teorias administrativas.

primordios

Os Primórdios da Administração

Mais Adm.  |  Às  sexta-feira, outubro 11, 2013




Ao longo da história, a Administração se desenvolveu com uma lentidão impressionante. Somente a partir do século XX é que se apresentou um desenvolvimento de notável pujança e inovação.

Num tempo muito remoto, já era possível perceber noções administrativas nas construções das pirâmides do Egito e da muralha da China (pela complexidade e grandeza desses empreendimentos), nos papiros egípcios e nas parábolas de Confúcio (os quais sugeriam práticas de administração pública) etc.

A filosofia, também, teve grande influência na Administração. Sócrates (com seus questionamentos), Platão (com o livro "A República"), Aristóteles (com o livro "Política") já pensavam em formas de organização social e política em anos antes de Cristo. Descartes, com seus métodos filosóficos, influenciou a teoria administrativa do século XVII até o final da Era Industrial.

Nessa evolução histórica, duas instituições se destacaram: a Igreja Católica Romana e as Organizações Militares. A primeira era exemplo de organização formal eficiente, e a segunda de hierarquia de poder rígida. Noções que ainda influenciam as organizações modernas.

A Revolução Industrial foi um acontecimento que modificou profundamente o ambiente organizacional. Esse processo iniciou-se com a invenção da máquina a vapor, por James Watt, em 1776, o que possibilitou maior capacidade de comunicação e transporte. A partir daqui, a ciência trouxe grandes inovações, as quais trouxeram mudanças cada vez mais rápidas e consequente necessidade de maior adaptação.

Outro acontecimento foi a aceitação das teorias dos economistas liberais. Estes pregaram a livre concorrência e não intervenção do estado, o que impulsionou os investimentos em produção, para estar à frente dos concorrentes.

Importantes publicações marcaram o período, como "A Riqueza das Nações", de Adam Smith, o qual reforçou a importância do planejamento e da organização e "O Capital", de Karl Marx, o qual incentivou a pressão do proletariado, que levou as empresas a buscarem maior racionalização do trabalho.

Até o final do século XIX os negócios eram familiares, a partir daí, os "criadores de impérios" passaram a comprar concorrentes e fornecedores para garantir seus interesses. Assim, as empresas tornaram-se muito grandes para serem administradas por familiares, e foi surgindo à necessidade de gerentes profissionais para organizar a magnitude de recursos que elas conseguiram acumular.

Todos esses fatores completaram as condições propícias para a busca de bases científicas, melhoria da prática empresarial e surgimento das teorias administrativas.

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